De volta após longo tempo, vamos direto às rapidinhas sobre os esportes americanos (com exceção da NBA, sobre a qual o Wágner já comentou)
- Sidney Crosby venceu Alexander Ovechkin no duelo particular que travaram nas semifinais do leste da NHL. O Pittsburgh Penguins, de Crosby, carimbou sua passagem para a final derrotando o Washington Capitals, de Ovechkin, e enfrentará o Carolina Hurricanes, que eliminou o Boston Bruins por 4 a 3. Do outro lado do país, série equilibrada entre Detroit Red Wings e Anaheim Mighty Ducks, mas os atuais campeões levaram a melhor e Detroit segue em frente para encarar o Chicago Blackhawks, que foi o único a não precisar de sete jogos para vencer e fez 4 a 2 no Vancouver Canucks.
- Ainda no hóquei, mas fora dos Estados Unidos, terminou no dia 10 de maio o Campeonato Mundial de Hóquei sobre o gelo. A Rússia, de Ilya Kovalchuk, levou a melhor sobre o Canadá de Shea Weber, Jason Spezza e Steven Stamkos na final por 2 a 1. Na disputa da medalha de bronze, os EUA – recheados de jovens valores como Zack Boghosian e a dupla do Los Angeles Kings Drew Doughty e o capitão da seleção Dustin Brown – perderam por 4 a 2 para a Suécia, que completou o pódio de um Mundial carente de grandes estrelas da NHL. A equipe ideal do torneio ficou com o bielorusso Andrei Mezin no gol, Shea Weber e o sueco Kenny Johnson na defesa e Ilya Kovalchuk junto dos canadenses Martin St. Louis e Steven Stamkos no ataque. Com esses resultados se repetindo mais uma vez, alguém tem dúvida de que, salvo grandes surpresas, as quatro primeiras colocações sempre ficarão entre Rússia, Canadá, Suécia e EUA? No máximo a Finlândia é capaz de roubar uma vaga no Top 4, como fez nas últimas duas edições.
- NFL: No final de abril rolou o draft e, como já era esperado, o quarterback Matthew Stafford foi o primeiro escolhido, com a missão de recuperar o Detroir Lions após a vexatória campanha da temporada passada, onde não conseguiram nenhuma vitória. Com a escolha número 2, o St. Louis Rams apostou no OT Jason Smith, que terá o trabalho de proteger o blind side de Marc Bulger. Outra escolha previsível, já que todos sabiam que o Rams escolheria Jake Long no draft de 2008 caso o Miami tivesse deixado passar. Completando o Top 5, o Kansas City Chiefs selecionou o DE Tyson Jackson, na primeira surpresa da noite, já que muitos achavam que ele seria no máximo um Top 15, o Seattle Seahawks escolheu o LB Aaron Curry – melhor jogador dessa geração para muitos - e o New York Jets pegou o QB Mark Sánchez.
Surpresas: Darrius Heyward-Bey saindo na sétima escolha, pelo Raiders, antes de Michael Crabtree, o melhor receiver do draft, que foi apenas a décima escolha, pelo San Francisco 49ers;
Alex Mack ser a 21ª escolha pelo Cleveland Browns, já que, apesar do talento indiscutível do center, jogadores de sua posição não costumam ser escolhidos na primeira rodada. Mais surpreendente ainda foi outro C sendo escolhido logo depois, quando o Buffalo Bills selecionou Eric Wood.
Seis wide receivers na primeira rodada. Hackeem Nicks e Kenny Britt poderiam muito bem ser escolhidos um pouco mais abaixo.
Chris “Beanie” Wells selecionado apenas na 31ª escolha. Agora o garoto fará dupla com Tim Hightower no vice-campeão Arizona Cardinals, abrindo espaço para a saída de Edgerrin James.
LB James Laurinaitis, LB Rey Maualuga, CB Alphonso Smith e DE Everette Brown ficaram para a segunda rodada, cada um por questões diferentes. Não foi tão absurdo, mas seria normal se saíssem na primeira rodada.
Maior surpresa de todas: Al Davis selecionando SS Michael Mitchell na segunda rodada. O cartola do Raiders é famoso por suas escolhas polêmicas, mas dessa vez abusou, já que Mitchell era cotado para sair apenas na sétima rodada.
- Para fechar, a MLB: As esperanças de título do Los Angeles Dodgers dimuíram bastante após Manny Ramírez ser suspendo por 50 jogos após flagrante no doping. Agora dependem basicamente da boa fase do pitcher Chad Billingsley para manter a chance de vencer a divisão e ir para os playoffs. Se chegar ao final da temporada com chance de classificação e Manny de volta a situação volta a ser boa para o time de LA.
- Não se trata de esporte americano, mas vale a nota: Dinara Safina tornou-se a número 1 do mundo da WTA, com apenas 22 anos. Muito mais imprevisível do que a ATP, o circuito feminino ainda rende mais emoções do que o masculino, onde Nadal reina absoluto após anos de domínio de Roger Federer.
sábado, 16 de maio de 2009
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